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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Conto poético: CORONEL TROGÍLIO MELO

 É preciso saber distinguir o bem do mal.
As pessoas necessitam de paz para amar.
De tranquilidade, para viver.
De segurança para construir a suas vidas, com
felicidade perene.
Isto resulta em alegria e confiança, no local em
que escolheram para morar.
Conheci minha querida  Cidade, exatamente, deste
jeito.
As autoridades eram respeitadas, até mesmo, por
quem  optasse pelo  desrespeito às regras sociais.
O foco maior era a sociedade organizada, cumpridora
das suas obrigações.
Tinha o apoio absoluto do Estado.
O delinquente pagava pelos seus erros. A pena privativa
da sua liberdade, era para valer. Não para se "fazer de
conta".
Admirei, profundamente, uma autoridade, conhecida por
todos os moradores desta Capital.
Que saudade do Coronel PM Trogílio Melo.
Fico emocionado só em escrever o seu nome.
Homem austero, correto e justo.
Admirado, até, pelo bandido.
Minha Cidade, depositava em suas mãos, toda
a segurança de que se necessitava.
Bandoleiro, aqui, não se criava. Um homem polido
e educado, mas, por vagabundo, não podia ser
provocado.
Deve estar  em conflito, em sua morada eterna,
recebendo notícias de que o seu País, tem um
Congresso Nacional corrupto e desavergonhado,
criando leis para proteger bandidos, e perseguir
autoridades decentes.
Que o Poder Judiciário está algemado, diante de
bárbaros crimes, expondo a sociedade, que ele,
Coronel, tanto defendeu.
Coronel Trogílio Melo, não peça a Deus para ser
ressuscitado.  Vossa Excelência morreria, novamente,
de infarto fulminante, após tomar conhecimento das
vergonhas que nos obrigam  passar ...

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