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terça-feira, 13 de setembro de 2022

Conto Poético: UM ARTISTA EXCÊNTRICO !

 

domingo, 21 de agosto de 2022

Poema: HOMENAGEM AOS QUE AMAM EM SILÊNCIO




Bebes na taça da ansiedade, o veneno do teu sofrimento.
Amas,  intensamente, a quem não podes amar.
Mas te homenageio !
És um bravo amante, em silêncio !
Teu olhar é vago,  diferente, temendo a denúncia do 
anonimato.
Tua amada... ah, sim, tua amada nem imagina, por ti, ser
amada.
Aos olhos dela, simplesmente, um amigo...
Tua dor se multiplica a todo momento.
Lágrimas rolam...
Que  destino cruel !
O  barulho do mar abafa teu gemido, enquanto
as ondas esburacam as areias, sem piedade.
E caminhas  à procura de um lugar qualquer, só para
chorar.
É o teu destino, beber  desse veneno,  no silêncio
desta homenagem !

Sinval  Silveira.









quinta-feira, 28 de julho de 2022

Conto Poético UM SONHO ? TALVEZ

 


segunda-feira, 27 de junho de 2022

Um Conto NADA Poético:



                                   
 Nas décadas de  40 e 50, do século  XX,  as rádios  não economizavam suas ondas, para divulgarem  um grande 
orgulho do povo brasileiro: 
                   
                           "  O  PETRÓLEO  É  NOSSO !  "

As emoções invadiam os corações das crianças, como eu,
dos jovens e dos adultos !
Marchinhas  de carnaval, temas escolares, conversas de bares,
eram frequentes e com brilho nos olhos...
Finalmente, o Brasil será  um importante polo mundial, na
área energética !
Ledo engano.
Tão gigantesca,  quanto as reservas de petróleo,  foi a nossa
ingenuidade...
Somos enganados, facilmente, por olhares atentos, 
residentes fora e dentro do Território Nacional.
Ah, se adivinhássemos, naquela época, a realidade que
viveríamos nos dias de hoje, pagando, certamente, o
combustível mais caro do mundo...
Além de uma enorme  frustração, descobrimos que
o PETRÓLEO NÃO É NOSSO mas, sim, da  PETROBRÁS,
seus  ACIONISTAS, e um bicho muito guloso, insaciável,
que atende pela sigla de   " I.C.M.S. ".

Sinval Santos da Silveira.

quinta-feira, 16 de junho de 2022

Conto Poético: UM PESCADOR GENEROSO

segunda-feira, 9 de maio de 2022

Poema: O SILÊNCIO

 

               

                     


Mórbida  indiferença...;
Nem um gesto, uma palavra ou um olhar...
Somente o canto da aracuã, alegre e  estridente,
interrompe  meus tristes pensamentos.
O pardal, melancólico, gorjeia no beiral, chamando
sua amada.
Está triste.
Ofereço-lhe migalhas de pão, que tanto aprecia, mas
rejeita.
No  SIlÊNCIO, procuro  a melodia  da sua alegria, a luz
que  meus caminhos outrora iluminou, mas não
encontro.  Partiu...
Custo acreditar, no recado que este SILÊNCIO  me dá.
Estou  só.
Mas o  SILÊNCIO, não.
Está acompanhado das minhas lágrimas,  solidárias e,
também, silenciosas...
Sinval Santos da Silveira.;

segunda-feira, 18 de abril de 2022

Poema: CORAÇÃO TEIMOSO

 

quinta-feira, 31 de março de 2022

Conto Poético: A B A E T É

 


"Meu nome é  este.
Um dos poucos sobreviventes da Nação  TUPI /  GUARANI.
Significa, generosidade e experiência.
Os meus ancestrais, nesta região, estão sob os brancos e
puros lençóis de  areia, no Sambaqui  do Camacho.
Minha Nação já somou mais de  tres milhões de vidas, 
na Terra Grande.
Hoje, apenas, algumas centenas.
Um demônio, de nome  AMBIÇÃO, tomou minhas  terras e
reduziu , quase a zero, minha  população.
Tenho medo que apaguem  a  história, a língua e a cultura,
no momento, quase extintas.
Cambirela, Massiambu, Garopaba, Jaguaruna, Araranguá e
tantos outros nomes indígenas, deixariam de existir..."
Olhando em sua face, coberta por sulcos da decepção e
incontidas lágrimas, senti-me solidariamente culpado.
Pedi-lhe perdão.
Como um  Nobre Guerreiro  ABAETÉ, perdoou-me...

Sinval  Silveira.

quinta-feira, 3 de março de 2022

Conto Poético: A Y S Ú

 

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2022

Conto Poético: BRAVO GUERREIRO DA JAGUARUNA

 





Como são lindos  os teus domínios !
Planos, como o mar que  os  circunda, em  dia de calmaria !
O vento acaricia  a face estranha, parecendo dar as boas vindas.
Escuto, nas ramagens, a tua voz, comigo a conversar...
Nas  ondas bravias e impacientes, ouço o grito de saudade,
que já se repete por  centenas de anos, perguntando por ti.
Sinto tua presença, na densa natureza que tanto preservaste.
As flores silvestres, aprisionaram o perfume da tua gente,
para que jamais fosse esquecida.
Os passarinhos relembram o mesmo, canto que entoavam
em tua época.
Que nome lindo, deste a esta Região !
JAGUARUNA !
Homenagem à ONÇA NEGRA,  que habitava por
aqui.
Outra homenagem, prestada por ti, foi   " CAMACHO ",
formato da Lagoa, lembrando um " Seio Agudo ", no
teu olhar, à entrada e saída da maré.
Finalmente,  fico muito grato e honrado, por me 
permitires plantar minha casa em teus domínios,
Bravo Guerreiro Tupi guarani !
Sinval silveira

segunda-feira, 24 de janeiro de 2022

Conto Poético. COBERTORES DE AREIA

 

domingo, 9 de janeiro de 2022

Conto poético: O CONFIDENTE

 

sábado, 18 de dezembro de 2021

Poema: SIM, TU SABES...




Sabes que estou falando  de nós...
Ninguém fez tantas confidências, quanto nós.
Dispensamos as juras, como avalistas dos nossos segredos.
Creio que foi a grande marca do nosso amor.
Confiança absoluta, que nunca foi traída !
Jamais  houve a menor desconfiança entre nós, mesmo porque
ninguém poderia nos substituir.
Teu olhar, falar e respirar, faziam parte do nosso diálogo !
Sonhávamos os mesmos sonhos e pesadelos.
Neste momento, senti vontade de comentar uma das tantas 
confidências, mas desnecessário seria, pois já sabes do
que se trata...
Fomos dois seres,  numa só alma !
Lembra-te daquela escada, não ?
Ainda sonho  com...
Não preciso falar, pois  TU  SABES...