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sexta-feira, 11 de maio de 2018

POEMA: HOMENAGEM AS MÃES

 
 
" Ofereço-te as minhas entranhas.
O meu sagrado corpo, servirá de berço ao teu
nascimento, estimado filho.
O meu amor, será tão forte  quanto o florescer
da primavera.
Jamais haverás de me esquecer...
Bendito seja Deus, que permitiu a tua fecundação,
amado filho meu.
Teus olhos, teu coração, e os teus sentimentos,
serão pedaços meus, a ver, amar,  e sentir, por este
mundo do Senhor ".
São palavras, minha querida mãe, que ouvi mesmo
antes de nascer, ainda protegido em teu ventre.
Lamento, que nenhum ser humano haja sido capaz
de resumir, numa única palavra, todo o amor que
sinto por ti.
Tudo é muito pouco, muito singelo, diante da  grandiosidade
da vida que me deste, do seio que me ofertaste, da
proteção dos perigos, a que estive exposto.
Não posso esquecer a divina felicidade que me propiciaste,
no afago do caloroso beijo de amor.
Uma verdadeira benção de Deus...
Do corte daquele cordão, que separou meu frágil corpo,
do teu corpo forte, ainda me lembro do ranger  da impiedosa
e inconsequente tesoura, separando-me da tua proteção
biológica.
Perdoa-me pelo gemido de dor, que te fiz passar.
Assim, querida mãe,  neste teu sagrado dia, quero te
ofertar o meu carinho, com um doce beijo, que te darei na
face, ou na alma, para simbolizar o quanto te amo !
 
SINVAL SILVEIRA
 
 

4 comentários:

  1. Sinval, meu Amigo, fiquei muito sensibilizada com o seu poema à Mãe, tão cheio de amor e gratidão.
    Uma boa semana.
    Um beijo, daqui de Portugal.

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  2. Minha Mestra, querida, Graça Pires !
    Como é bom receber as tuas manifestações,
    sempre atenciosas e generosas.
    Meus agradecimentos carinhosos, aqui do Brasil !
    Sinval.

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  3. Que poema belíssimo, muito amor, muita ternura, muita admiração! E mais do que percebi aqui é impossível, meu amigo!
    Que pena que quando elas se vão, sempre ficamos com a sensação de que não fizemos tudo, poderíamos ter feito mais, mais!
    Beijo, uma boa semana pra você!

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  4. Minha querida Vizinha/Escritora, Taís Luso !
    É verdade.
    Os encargos que a vida nos impõe, afastam-nos
    destas Santas. Que saudade...
    Muito grato pela atenção e um fraternal abraço,
    querida !
    Sinval.

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